sábado, 24 de dezembro de 2011

As 10 Mortes mais Misteriosas

1. Elvis PresleyA famosa frase: “Elvis Não Morreu”, diz tudo! Muitos de seus fãs acreditam realmente que Elvis ainda está vivo, ou pelo menos, não morreu na data considerada oficial. Muitos afirmam que Elvis já foi visto em vários lugares!?

2. Marilyn MonroeSua morte aconteceu na manhã do dia 5 de agosto de 1962. Aos 36 anos, Marilyn morreu enquanto dormia em sua casa na Califórnia. A mídia explorou o mistério da causa, mas prevaleceu a versão oficial de overdose pela ingestão de barbitúricos.
Existem teorias que sugerem que sua ligação com a família Kennedy e com o chefe da Máfia, Sam Giancana, fez dela uma ameaça à segurança nacional, o que levou ao seu assassinato.

3. Princesa DianaMuitas pessoas não acreditam que a princesa Diana morreu num acidente de carro, enquanto o motorista fugia de paparazzi. Acreditam sim que, a família real teve participação na morte, pois não queriam que Diana herdasse poder ou riqueza. A BBC (British Broadcasting Corporation) localizou mais de 36 mil sites apresentando mitos e lendas sobre o acidente fatal de Lady Di em 1997.


4. John F. KennedyNo verão de 1963, Kennedy preparava-se para sua campanha de reeleição. Em uma visita a Dallas, desfilando em carro aberto, Kennedy é atingido por dois tiros, um no pescoço e outro fatal na cabeça. Kennedy morre, menos de trinta minutos depois do atentado.
Lee Harvey Oswald, 24 anos, que trabalhava em um depósito de onde foram vistos os disparos, foi detido e acusado. No dia 24, quando Oswald seria transferido para outra prisão, acabou por ser também assassinado por Jack Ruby. Mas as lendas dizem que, o presidente John F. Kennedy não foi assassinado por Lee Harvey Oswald, e sim, morto pela CIA por ser contra as operações clandestinas da agência.

5. Bruce LeeBruce Lee morreu em Hong Kong, no dia 20 de julho de 1973, aos 32 anos. As teorias dizem que ele morto por mestres de artes marciais, pois ele teria revelado muitos segredos. Houve ainda rumores de uma maldição sobre a família Lee, pois seu filho, Brandon Lee, foi morto em um acidente estranho, durante as filmagens de um filme. Mas a autopsia comprovou que a morte de Bruce Lee foi causada por edema cerebral, um inchaço no cérebro, que ocasionou o AVC.

6. Jim MorrisonAlguns fãs acham que o cantor forjou a própria morte, só para se livrar da fama. A namorada de Jim, Pamela Courson, teria dito que Morrison estava apenas cansado e que precisava repousar em um hospital. Dizem também que poucas pessoas viram o corpo de Morrison antes do funeral. Além do fato de que ele teria brincado meses antes dizendo que ia fugir para África. John Densmore, baterista dos Doors teria falado que achava a campa muito pequena. Histórias mais recentes afirmam que ele teria sido visto vivo e levando uma vida normal.

7. Napoleão BonaparteNapoleão morreu em 5 de maio de 1821, devido uma úlcera no estômago. Muitos acreditam que ele foi morto por envenenamento com arsênio. Este veneno era usado antigamente porque era indetectável se aplicado a longo prazo. Um estudo de Pascal Kintz, na França, ajudou na crença. Mas outros estudos entre 1805 e 1821 teriam revelado que se arsênio tivesse sido a causa da morte, ele teria morrido anos antes.

8. John LennonO mundo chorou a morte de John Lennon em 8 de dezembro de 1980. Ele levou um tiro em frente ao seu apartamento em Nova York. O assassino, Mark Chapman, que havia lhe pedido um autógrafo algumas horas antes.
Chapman, segundo alguns teóricos da conspiração, não agiu sozinho. Devido ao fato do músico ter sido um protestante anti-guerra, algumas pessoas acreditam que Chapman estava trabalhando para o FBI. Existem arquivos sobre John Lennon que ainda não se tornaram públicos por razões de segurança nacional. Outros acreditam que Chapman tenha sido hipnotizado pela CIA, o que garantiu que ele passasse por dois aeroportos sem que sua arma fosse descoberta.

9. Tancredo NevesFoi eleito presidente do Brasil por um colégio eleitoral em 1985, após longo período de ditadura. Morreu por infecção hospitalar, na noite que antecederia sua posse, depois de ser internado com fortes dores abdominais. A morte de Tancredo, muitas vezes, é apontada como assassinato. Sua morte fez com que o vice José Sarney assumisse a presidência.

10. Kurt CobainA versão oficial, diz que Kurt morreu com um tiro na cabeça. Seu corpo só foi encontrado três dias depois. Segundo os médicos legistas que o examinaram, havia heroína em quantidade suficiente em seu organismo para matá-lo, mesmo que ele não tivesse disparado à arma contra sua cabeça. Alguns acreditam que sua mulher, Courtney Love, foi quem o matou. Outros acham que ela apenas encomendou a sua morte.
fonte

Sexualidade flex

Surge um novo tipo de heterossexual, os heteroflexíveis: pessoas que beijam e até transam com outras do mesmo sexo de vez em quando, mais por curiosidade do que por prazer, mas não se consideram homo, nem bissexuais.
A primeira vez de Carla* foi aos 16 anos. Estimulada por um ex-namorado durante uma festa, ela beijou a melhor amiga na boca. E não foi apenas um selinho. Foi um beijo de verdade, com direito a língua e tudo. Hoje, aos 24, ela continua beijando meninas. Para ela, é saudável e divertido. E nem por isso se considera homo ou bissexual. Carla se diz hétero. Ou, melhor, heteroflexível. O termo caracteriza pessoas que se definem como heterossexuais, mas que ficam com outras do mesmo sexo.
O fenômeno é mais comum entre as mulheres e não está restrito ao Brasil. Uma pesquisa realizada recentemente nos Estados Unidos, pelo Centro Nacional de Estatísticas em Saúde, mostra que 15% das universitárias, entre 19 e 24 anos, já tiveram relação homossexual. Mas a maioria delas não se declara gay ou bissexual. Famosas héteros como Kate Moss, Sharon Stone, Pink e Madonna - que já foram fotografadas beijando outras mulheres - também contribuem para uma melhor aceitação da heteroflexibilidade entre as meninas, que até têm um hino. No hit "I Kissed a Girl" (eu beijei uma menina), a cantora norte-americana Katy Perry fala sobre a experiência de beijar outra garota na boca, mesmo tendo um namorado.
Por mais complicado e estranho que pareça, existem mesmo diferenças entre a heteroflexibilidade e a bissexualidade, dizem os especialistas. "Beijar uma pessoa do mesmo sexo não significa que a menina ou o menino seja gay ou bissexual. O beijo é uma forma de expressão e pode ter vários significados, entre eles o de carinho, e não de atração carnal", diz o médico e sexólogo Amaury Mendes Júnior, coordenador de pós-graduação da Clínica Delphi, no Rio de Janeiro. Enquanto héteros, bi e homossexuais já sabem exatamente o que querem, o heteroflexível ainda está em uma fase de experimentação, segundo a psicoterapeuta e sexóloga Mara Pusch, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). "Para o bissexual não importa se o companheiro é um homem ou uma mulher para ter pleno prazer. O flexível não tem esse mesmo prazer. Ele quer experimentar, conhecer. Ele não se sente atraído sempre por alguém do mesmo sexo, mas apenas naquele exato momento", diz a sexóloga.
E justamente por estar relacionada à fase de descobertas, a heteroflexibilidade é mais comum entre os jovens. "Ela pega a faixa da adolescência até os 20 e poucos anos, mas não é uma regra fechada. Também existem adultos flexíveis", diz Mara, que ressalta que as meninas são mais abertas à prática. "A sociedade aceita melhor duas mulheres se beijando do que dois homens, e o menino ainda tem aquele estigma de machão, de não querer levar fama de bicha. Sem contar que existe toda a fantasia de duas mulheres juntas. As meninas que se beijam atraem mais meninos", diz a sexóloga.
Apesar de mais comum, a prática flex não fica necessariamente apenas no beijo. "Já fui além do beijo com outras meninas, foi bom, mas não passa disso. Não me sinto totalmente atraída e não namoraria outra mulher", conta Carla. Já para Patrícia*, de 33 anos, ir além foi o que a fez se tornar uma ex-heteroflexível convicta. "Deixei de ficar com mulheres quando fui parar na casa de uma lésbica e rolou um monte de coisa esquisita que para ela era sexo", diz.
A fase flex de Patrícia começou por curiosidade e questionamentos e durou dos 19 aos 26 anos. "Tinha curiosidade em saber se poderia gostar e questionava muita coisa por achar que tudo era convencionado pela sociedade. 'Por que não beijar mulher? É só uma manifestação de carinho', pensava. Era uma coisa entre amigos, uma celebração da liberdade", explica. Mas ela ressalta que nunca sentiu atração de verdade por uma mulher. "Só admiração como pessoa mesmo. Sentia prazer somente no exibicionismo." Hoje, Patrícia é casada e mãe de um menino de dois anos.
Segundo a sexóloga Mara Pusch, a heteroflexibilidade sempre existiu, mas agora está mais evidente. "Isso acontece porque há um número maior de locais que proporcionam isso. Já não precisa ser tão camuflado", diz. A prática também pode ser um primeiro passo para a pessoa se aceitar melhor. "Depois das experiências, ela pode se descobrir homo ou bi e se aceitar do jeito que é", finaliza o sexólogo Amaury Mendes Júnior.
fonte

Dá pra ter orgasmo sem estimular os órgãos sexuais?

Sim, é possível atingir o ápice da excitação sexual sem nem tocar no pênis ou na vagina. A forma mais conhecida de orgasmo sem sexo são os sonhos eróticos. Quem nunca sonhou com uma transa quentíssima e acordou sobressaltado que atire a primeira pedra. Mas também dá para chegar lá, sem sexo e sem pegar no sono.

"Acordado dá para chegar ao orgasmo tocando outras regiões do corpo. Mas será bem mais difícil, pois não estaremos tão relaxados como no sono", diz a psicóloga Adriana Mendonça, coordenadora do projeto de orientação sexual Amar Bem. Essas outras regiões são as chamadas zonas erógenas, pontos do corpo ricos em terminações nervosas, que produzem grande excitação quando estimulados. Nesse caso, para dar uma forcinha, vale também estimular outros sentidos, sussurrando palavras eróticas ao pé do ouvido e botando uma música romântica para tocar. Mas será que essa fórmula só funciona a dois? Tem gente garantindo que, com muita concentração, já conseguiu chegar ao orgasmo sozinho, sem encostar no dito-cujo. Mas ainda não há comprovação científica consistente sobre esse tipo criativo de auto-estimulação.

Mapa da mina (e do mano)
Nosso corpo tem mais de 1 500 pontos sensíveis. Conheça os principais e aprenda a estimulá-los

CABEÇA
Na nuca, logo acima do pescoço e antes de começar o osso do crânio, há uma região rica em terminações nervosas e, portanto, bastante "excitável". Ninguém costuma se lembrar desse ponto na hora do rala-e-rola, mas é fácil ativá-lo com um cafuné

MAMILO
Não precisa ter seios para ter mamilos sensíveis a carícias. Tanto homens como mulheres podem ter orgasmos só pelo toque dos mamilos. A região é rica em terminações nervosas, o que lhe garante o papel de gatilho para a excitação

ORELHA E NUCA
Segundo o Kama Sutra, livro indiano das posições sexuais, a parte de trás da orelha é a mais sensível dessa região. Lá fica um lugar chamado linha quente, que, como o nome já indica, produz grande excitação quando estimulado

LÁBIOS
O psicanalista Sigmund Freud já dizia que o beijo é o início de uma relação sexual. A boca é um órgão muito sensível e o beijo estimula, ao mesmo tempo, o tato, o olfato e o paladar

TORNOZELO, PÉS E PANTURRILHA
Massagear ou lamber os pés e imediações é estimulante, mas considerar o tornozelo e a panturrilha como zonas erógenas parece exagero. Contudo, o Kama Sutra garante que essa região produz loucuras nas preliminares
fonte

Relaxe e goze

Depravação? Libertinagem? Bizarrice? Longe disso: as fantasias sexuais são saudáveis. Anormal é não ter nenhuma

Patrícia atinge rapidamente o orgasmo quando imagina estar sendo estuprada. Carlos gosta de pensar que está transando com uma garota de 16 anos. João vai às alturas quando pede para prostitutas urinarem nele.


 Para se excitar, Patrícia, Carlos e João lançam mão de fantasias sexuais. Você pode achar esses personagens um pouco pervertidos – fomos acostumados a pensar que tipos como eles devem carregar alguma patologia. Tente olhar no espelho: você nunca teve uma fantasia? Vamos lá: você prefere um companheiro(a) de coxas grossas e peito grande, ou um parceiro(a) frágil, minhonzinho? Você se liga mais numa figura que tome a iniciativa ou curte uma pessoa mais passiva? Temos preferência por traços físicos e temperamentais e isso não acontece por acaso. Elas também implicam alguma forma de fantasia.


Em maior ou menor escala, quando o negócio é sexo, todos nós recorremos a fantasias, mundanas ou bizarras. O legal é saber como elas funcionam e tirar o maior proveito da situação.
Esse mundo onírico é criado por nós, voluntária ou involuntariamente, para compensar as forças negativas, "broxantes", que brotam dos nossos medos, culpas ou preocupações. São sentimentos que a gente carrega desde a infância. Se você sente vergonha do seu corpo, por exemplo, fica difícil relaxar e curtir o sexo. Digamos que você se preocupe demais com o prazer do outro: o risco é esse tormento tomar conta e você esquecer o próprio tesão. Ou então vai que você se sinta um egoísta, ou até meio bruto, na hora do vamos ver: aí vem a culpa e derruba sua libido. Na cabeça, você ainda pensa em transar, certo? Mas o que fazer se um ou outro desses sentimentos joga o tesão para escanteio?
É aí que entram a Madonna, o Brad Pitt, as algemas, a roupa de couro... Com a fantasia, você "esquece" a vergonha, a preocupação ou a culpa. O funcionamento desse processo, segundo o psicanalista americano Michael J. Bader, autor de Arousal: The Secret Logic of Sexual Fantasies (Excitação: a lógica secreta das fantasias sexuais, ainda inédito no Brasil), é o seguinte: a fantasia ajuda a criar um ambiente no qual nos sentimos seguros para deixar aflorar nossa excitação. Segurança, como se sabe, é tudo o que sempre buscamos desde o nascimento. E segurança emocional é uma das metas mais preciosas. O conceito de segurança é a base da teoria da excitação sexual de Bader.
As fantasias, portanto, são saudáveis, libertadoras. "O fato de que atitudes não-convencionais como sadomasoquismo, exibicionismo ou fetichismo podem excitar algumas pessoas é uma prova do poder criativo da psique humana de dar prazer a si mesma das maneiras mais incomuns, enquanto se mantém protegida", afirma Bader. O exercício da fantasia, no plano mental ou no plano prático, varia de pessoa para pessoa, mas ninguém ao certo sabe por que alguns indivíduos põem seus devaneios em prática e outros, não. Em parte, isso depende da densidade dos conflitos individuais e mesmo do grau de iniciativa de cada um. Mas, segundo o psicanalista, uma fantasia nem sempre deve redundar em uma experiência real.
No caso de partir para a prática, o ideal é que os parceiros tenham intimidade suficiente para se sentir à vontade – isto é, liberados para pensar na própria excitação, mesmo que isso acarrete ser rude, bruto. "A excitação sexual requer inerentemente uma capacidade de ser egoísta, de virar as costas para o bem-estar do outro, de ser todas as coisas que uma pessoa culpada cresceu acreditando serem ruins e perigosas", diz Bader.
fonte

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Como era o sexo na Pré-História?

Os homens da Pré-História já distinguiam sexo de reprodução, usavam cosméticos naturais para incrementar a paquera, faziam sexo em posições bem diferentes do papai-e-mamãe e usavam até mesmo métodos anticoncepcionais. Pelo menos é isso que indicam os estudos feitos por arqueólogos baseados em objetos como estátuas e pinturas rupestres.

Só não dá para ter certeza porque a Pré-História é caracterizada justamente pela inexistência de documentos escritos. “Chegar à verdade acerca da Pré-História é quase impossível. A arte pré-histórica, grande parte da qual tem conteúdo sexual explícito, obviamente revela coisas sobre as quais as pessoas pensavam, mas não pode refletir por completo o que realmente faziam”, afirma o arqueólogo Timothy Taylor no livro A Pré-História do Sexo. Veja nestas páginas o que os cientistas descobriram sobre os hábitos sexuais que faziam a cabeça da humanidade que habitou o planeta entre 2 milhões a.C. e 4000 a.C. :-P

É PAU, É PEDRA...
Na Idade da Pedra, métodos anticoncepcionais e masturbação já faziam parte da rotina sexual

POSIÇÕES
Nada de papai-e-mamãe na Pré-História. Uma imagem encontrada em Ur, na Mesopotâmia, datada de 3200 a.C., mostra a mulher por cima, posição também encontrada em obras de arte da Grécia, do Peru, da China, da Índia e do Japão. Uma outra imagem pré-histórica mostra a mulher sentada com as pernas levantadas para facilitar a penetração do homem. A relação com penetração por trás também aparece com frequência, assim como imagens de sexo oral

CASAMENTO
No Paleolítico, a Idade da Pedra Lascada, os machos dominantes se casavam com várias mulheres, seguindo o comportamento de animais polígamos, como bisão e veado. Já no Neolítico, a Idade da Pedra Polida, a monogamia passa a ser predominante. Nessa época, os homens passaram a domesticar animais. Observando o estilo de vida dos bichos e o papel do macho na procriação, os homens passaram à monogamia.

MASTURBAÇÃO
Não faltam exemplos da prática do sexo solitário na Pré-História: há de estátuas a bastões fálicos talhados em madeira ou em pedra. Uma das estátuas, de Malta, mostra uma mulher se masturbando de pernas abertas por volta de 4000 a.C. Outra retrata um homem sentado descabelando o palhaço em 5000 a.C.

CIÊNCIA
Os homens usam plantas medicinais há pelo menos 40 mil anos. Não há provas diretas, mas arqueólogos desconfiam que plantas do gênero Aneilema eram usadas para evitar a gravidez, enquanto a borragem provavelmente já era usada para amenizar os sintomas da tensão pré-menstrual nas mulheres e como afrodisíaco para os homens.

HOMOSSEXUALIDADE
Pesquisadores apontam que a atividade homossexual masculina e feminina é comum em mais de 200 espécies de mamíferos, aves, répteis, anfíbios, peixes e insetos, o que poderia indicar que também era praticada pelos homens pré-históricos. Entre os grandes macacos, como chimpanzés e gorilas, também rola sexo entre animais do mesmo gênero.

SEXO SELVAGEM
A relação do homem pré-histórico com os animais era bem próxima – até demais! Há uma pintura rupestre de cerca de 3000 a.C., em Val Camonica, na Itália, que mostra um homem copulando com um asno! Já na Sibéria aparecem imagens de homens copulando com alces – em uma das pinturas, o homem está usando esquis nos pés enquanto transa com o bicho.

MULHER MELANCIA ANCESTRAL
Os homens faziam estátuas eróticas que podem ser consideradas ancestrais da pornografia. A mais famosa é conhecida como Vênus de Willendorf: uma mulher de nádegas e peitos grandes com traços de corante vermelho, encontrada em uma região com traços de ocupação de até 40 mil anos atrás. Naquela época, a Europa vivia a Era Glacial, e as mulheres gordinhas teriam maior potencial de resistência, e por isso podem ter sido as gostosas da vez.

PAQUERA
Na hora da paquera, o homem pré-histórico já tinha à disposição cosméticos feitos de plantas, como a hena, usada nos cabelos. Sabe-se que extratos de beladona eram usados para dilatar as pupilas e, assim, chamar mais a atenção. Havia ainda pigmentos avermelhados, que destacavam partes da pele, e joias feitas de pedras, madeira ou dentes de animais.

CORPO A CORPO
Quando o homem virou bípede, o corpo passou a ter novos focos de atração sexual. Os peitos das mulheres, únicas fêmeas entre os primatas que têm seios permanentemente grandes, passaram a ser tão atrativos quanto a bunda. Assim, o ser humano passou a ser um dos poucos animais que fazem sexo cara a cara, enquanto outros bichos praticam o coito por trás.
fonte

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Strippers ganham mais dinheiro quando estão no período fértil


Vem que tem!
O ciclo menstrual não é muito gentil com a mulher: é inchaço, mau humor, emoções à flor da pele… Mas nem tudo é ruim. Principalmente se você for uma stripper.

Pesquisadores da Universidade do Novo México, em Albuquerque (EUA), descobriram que as dançarinas de boates locais recebem gorjetas bem maiores quando estão no período fértil.
18 strippers participaram do estudo (veja a íntegra aqui). Por dois meses, elas registraram seus horários de trabalho, ganhos diários e ciclo menstrual. Entre as 11 mulheres com ciclos normais, o trabalho no período fértil rendeu US$ 70 por hora. Na fase lútea (logo antes da menstruação), foram US$ 50 e, no período menstrual de fato, só US$ 35 por hora. As outras sete tomavam anticoncepcionais e, por isso, não tiveram pico nas gorjetas em nenhum período, além de, no geral, ainda ganharem menos do que todas as outras.
Vários estudos já mostraram que estar no período fértil torna a mulher mais atraente aos marmanjos. Só não se sabe ainda como a mensagem é transmitida. Tem cientistas que dizem ser pelo cheiro (já até falamos sobre isso por aqui), mas outros sugerem que os níveis de estrogênio (que bombam nesse período do ciclo menstrual) podem influenciar a forma como a mulher se movimenta, incluindo como ela anda e, aham, dança. E quem ganha é o bolso.

Os melhores lugares para morrer - Quer se livrar dos carmas? Vá para a Índia. Prefere transformar seu enterro numa balada?

Veja onde ir desta para a melhor em grande estilo. Prefere transformar seu enterro numa balada? Aí é na Indonésia. Para subir ao céu, Tibete. Veja onde ir desta para a melhor em grande estilo.
Ou nem tanto
TANA TORAJA, INDONÉSIA
PARA MORRER E CONTINUAR NA BALADA
Esta é para os festeiros. Quando alguém da tribo toraja morre, sua família reúne centenas de parentes e amigos por 3 dias num banquete para o qual mais de 100 porcos e 20 búfalos são sacrificados. Eles acreditam que o espírito irá ao céu montado nos búfalos - se o animal for albino, que custa o mesmo que um carro popular, chegará ainda mais rápido. Depois do funeral, o cadáver é deixado exposto à visitação em cavernas ou pendurado em penhascos, onde recebe oferendas, de cigarros a ventiladores - para não sentir calor na próxima vida. O detalhe é que poucas famílias têm dinheiro para bancar na hora a festança; portanto, o defunto precisa passar meses, às vezes anos, deitado na cama esperando pelo funeral. Enquanto isso, é tratado como vivo. Haja formol.

TIBETE
PARA IR DIRETO AO CÉU
É um lugar dos mais bonitos para você morrer, desde que não se importe em ser comido por abutres. Na tradição tibetana, o corpo, já em decomposição há 3 dias, é deixado nu ao nascer do sol sobre o topo de uma rocha onde "coveiros" separam a carne dos ossos. A carne é picada bem pequenininha e os ossos, triturados com uma marreta. Rapidamente pássaros surgem para não deixar sobrar nenhum naco (a não ser o crânio, que alguns usam como caneca para tomar chá). Os chineses chegaram a proibir a cerimônia nos anos 60 - achavam bárbaro demais. Mas depois liberaram - para os tibetanos, ela é um ato de generosidade essencial: você abre mão de sua carcaça sem espírito para alimentar seres vivos e, de quebra, acumula bom carma. Mas a origem desse funeral pode estar num fato bem menos espiritual: naquelas altitudes, árvores são escassas demais para ser gastas em crematórios, e o chão rochoso não permite enterrar o corpo. Pelo menos é uma garantia de ir para o céu, ainda que em bico de urubu.

VARANASI, ÍNDIA
PARA SE LIVRAR DO CICLO DA REENCARNAÇÃO
Quando sentem a morte chamar, hindus velhos ou doentes peregrinam até essa cidade fundada há 5 mil anos às margens do rio Ganges pelo deus Shiva e esperam em hospedarias pela morte. Cremar o corpo com os devidos rituais garante que o espírito saia da carne. Mas, se isso for feito em Varanasi e as cinzas forem jogadas no rio sagrado, Shiva vai cantar no pé do ouvido do defunto, libertando-o também do sofrimento do samsara, o ciclo eterno de nascimento, morte e reencarnação. Claro, se estiver demorando muito para morrer, uma dose diária da água do Ganges pode dar uma mãozinha - a alma é purificada e o corpo, atacado pelo 1,5 milhão de coliformes fecais por 100 ml, 600 vezes mais que o limite para a água ser considerada potável. É tiro e queda. Como resultado, mais de 100 corpos queimados ao ar livre por dia no crematório mais popular da cidade, cercados por seus familiares - e por legiões de turistas.

SUÍÇA
PARA MORRER COM ASSISTÊNCIA MÉDICA
Somente na Holanda, na Bélgica e em Luxemburgo a eutanásia ativa é legalizada - ou seja, só lá médicos podem receitar e administrar drogas para terminar a vida de pacientes em sofrimento. Mas, mesmo que ela seja ilegal na Suíça, o país virou um destino de turismo para doentes terminais. Desde 1941 sua lei permite o suicídio assistido - isto é, o médico pode receitar drogas letais, mas quem tem que aplicá-las é o paciente. Até aí, outros lugares, como os estados americanos de Oregon, Montana e Washington, também permitem. Mas na Suíça a lei vale também para estrangeiros, mesmo que em seu país de origem a cumplicidade em suicídios seja crime. O resultado é o turismo suicida: a clínica Dignitas, localizada num bairro residencial de Zurique, oferece doses de barbitúricos por US$ 6 500. A fila de espera para morrer tem centenas de estrangeiros, a maior parte da Alemanha e do Reino Unido.

DZERZHINSK, RÚSSIA
PARA MORRER INTOXICADO
Um quarto dos moradores desse antigo centro secreto de produção de armas químicas da URSS continua trabalhando em fábricas que produzem elementos tóxicos a 400 quilômetros de Moscou. Até 1998, 300 mil toneladas de lixo químico eram jogadas todo ano no solo, que permanece hoje contaminado por metais pesados. O resultado é uma expectativa de vida de apenas 45 anos (27 abaixo da média russa e 28 menos que a brasileira) e uma taxa de mortalidade 260% maior que a de natalidade. Não muito melhor é a também russa Norilsk. A cidade, na Sibéria, tem hoje o maior complexo metalúrgico do mundo, que libera no ar 4 milhões de toneladas anuais de cádmio, chumbo, arsênico, selênio e zinco.

CIUDAD JUAREZ, MÉXICO
PARA SER ASSASSINADO
É o lugar mais perigoso do mundo fora das zonas de guerra. Cravada na fronteira do México com o Texas, Ciudad Juarez é a torneira de cocaína dos EUA. É que sua vizinha texana, a cidade de El Paso, funciona como um rodoanel nacional: várias estradas importantes dos EUA se encontram por ali, o que facilita a distribuição do pó. Um cartel dominou o tráfico ali por 20 anos. O monopólio deixava as coisas em paz. Só que há dois anos uma gangue rival começou uma batalha para destronar o cartel. O governo reagiu e declarou guerra ao tráfico. Aí sobrou para todo mundo: foram 2 660 mortos em 2009 - contra 2 412 civis mortos no Afeganistão no mesmo ano, o mais mortal desde a invasão da Otan. Isso dá uma taxa de mortalidade de 204 pessoas para cada 100 mil habitantes. No Rio, foram 34 no mesmo ano. Em São Paulo, 11. Mas temos que fazer um mea-culpa: provavelmente qualquer cidade da Somália é mais violenta que essa, já que o país vive numa anarquia generalizada. Mas, se alguém foi lá tentar levantar dados, não voltou vivo.
fonte

Como a morte é vista em diferentes religiões e doutrinas?

Esse post não tem o objetivo de abrir uma discussão entre religiões, se você não tem curiosidade alguma sobre esse assunto, por favor pule para o post abaixo.
De maneira geral, cristãos, islâmicos e judeus acreditam que após a morte há a ressurreição. Já os espíritas crêem na reencarnação: o espírito retorna à vida material através de um novo corpo humano para continuar o processo de evolução.

 Algumas doutrinas acreditam que as pessoas podem renascer no corpo de algum animal ou vegetal. Em algumas religiões orientais, o conceito de reencarnação ganha outro sentido: é a continuação de um processo de purificação. Nas diversas religiões, o homem encara a morte como uma passagem ou viagem de um mundo para outro. (Fonte: Época)

Filosofia
A sobrevivência do espírito humano à morte do corpo físico e a crença na vida e no julgamento após a morte já era encontrada na filosofia grega, em especial em Pitágoras, Platão e Plotino. Já Sartre, filósofo francês, defendia que o indivíduo tem uma única existência. Para ele, não há vida nem antes do nascimento e nem depois da morte.

Doutrina niilista
Sendo a matéria a única fonte do ser, a morte é considerada o fim de tudo.

Doutrina panteísta
O Espírito, ao encarnar, é extraído do todo universal. Individualiza-se em cada ser durante a vida e volta, com a morte, à massa comum.

Dogmatismo Religioso
A alma, independente da matéria, sobrevive e conserva a individualidade após a morte. Os que morreram em ‘pecado’ irão para o fogo eterno; os justos, para o céu, gozar as delícias do paraíso.

Budismo
O Budismo prega o renascimento ou reencarnação. Após a morte, o espírito volta em outros corpos, subindo ou descendo na escala dos seres vivos (homens ou animais), de acordo com a sua própria conduta. O ciclo de mortes e renascimentos permanece até que o espírito liberte-se do carma (ações que deixam marcas e que estabelece uma lei de causas e efeitos). A depender do seu carma, a pessoa pode renascer em seis mundos distintos: reinos celestiais, reinos humanos, reinos animais, espíritos guerreiros, espíritos insaciáveis e reinos infernais. Estes determinam a Roda de Samsara, ou seja, o transmigrar incessante de um mundo a outro, ora feliz e angelical, ora sofrendo terríveis torturas, brigando e reclamando. Em qualquer um destes estágios as pessoas estão sujeitas a transformações.
De acordo com o Livro Tibetano da Morte, existem 49 etapas, ou 49 dias, após a morte. Os monges oram para que as pessoas atinjam a Terra Pura – lugar de paz, tranqüilidade e sabedoria iluminada – ou renasçam em níveis superiores.
Para libertar-se do carma e alcançar a iluminação ou o Nirvana, o ciclo ignorância, sede de viver e o apego às coisas materiais deve ser abolido da mente dos homens. Para isso, a doutrina budista ensina a evitar o mal, praticar o bem e purificar o pensamento. O leigo deve praticar três virtudes: fé, moral e benevolência. Para eles, todo ser humano é iluminado, embora não tenha consciência disso.

Hinduísmo
A visão hindu de vida após a morte é centrada na idéia de reencarnação.
Para os hinduístas, a alma se liga a este mundo por meio de pensamentos, palavras e atitudes. Quando o corpo morre ocorre a transmigração. A alma passa para o corpo de outra pessoa ou para um animal, a depender das nossas ações, pois a toda ação corresponde uma reação – Lei do Carma. Enquanto não atingimos a libertação final – chama de moksha -, passamos continuamente por mortes e renascimentos. Este ciclo é denominado Roda de Samsara, da qual só saímos após atingirmos a Iluminação.
No hinduísmo, a alma pode habitar 14 níveis planetários distintos (chamadosa Bhuvanas) dentro da existência material, de acordo com seu nível de consciência. Quando se liberta, a alma retorna ao verdadeiro lar, um mundo onde inexistem nascimentos e mortes.
Os hindus possuem crenças distintas, mas todas são baseadas na idéia de que a vida na Terra é parte de um ciclo eterno de nascimentos, mortes e renascimentos.

Islamismo (Religião Muçulmana)
Para o islamismo, Alá (Deus) criou o mundo e trará de volta a vida todos os mortos no último dia. As pessoas serão julgadas e uma nova vida começará depois da avaliação divina. Esta vida seria então uma preparação para outra existência, seja no céu ou no inferno.
Quando a pessoa morre, começa o primeiro dia da eternidade. Ao morrer, a alma fica aguardando o dia da ressurreição (juízo final) para ser julgado pelo criador. O inferno está reservado para as almas ‘desobedientes’, que foram desviadas por Satanás. No Alcorão, livro sagrado, ele é descrito como um lugar preto com fogo ardente, onde as pessoas são castigadas permanentemente. Para o paraíso, vão as almas que obedeceram e seguiram a mensagem de Alah e as tradições dos profetas (entre eles, os cinco principais: Noé, Abrão, Moisés, Jesus filho de Maria e Mohammed). No Alcorão, o paraíso é descrito como um lugar com rios de leite, córregos de mel e outras belezas jamais vistas pelo homem.

Espiritismo
Defende a continuação da vida após a morte num novo plano espiritual ou pela reencarnação em outro corpo. Aqueles que praticam o bem, evoluem mais rapidamente. Os que praticam o mal, recebem novas oportunidades de melhoria através das inúmeras encarnações. Crêem na eternidade da alma e na existência de Deus, mas não como criador de pessoas boas ou más. Deus criou os espíritos simples e ignorantes, sem discernimento do bem e do mal. Quem constrói o céu e o inferno é o próprio homem.
Pela teoria, todos os seres humanos são espíritos reencarnados na Terra para evoluir. A morte seria apenas a passagem da alma do mundo físico para a sua verdadeira vida no mundo espiritual. E mesmo no paraíso, acredita-se que o espírito esteja em constante evolução para o seu aperfeiçoamento moral.
As almas dos mortos ligam-se umas às outras, em famílias espirituais, guiadas pela sintonia entre elas. Consequentemente, os lugares onde vivem possuem níveis vibratórios diferentes, sendo uns mais infelizes e sofredores, e outros mais felizes e plenos.
Muitas escolas espiritualistas – não todas – defendem a idéia da sobrevivência da individualidade humana, chamada espírito, ao processo da morte biológica, mantendo suas faculdades psicológicas intelectuais e morais.

Igreja evangélica
Como no catolicismo, os evangélicos acreditam no julgamento, na condenação (céu ou inferno) e na eternidade da alma. A diferença é que o morto faz uma grande viagem e a ressurreição só acontecerá quando Jesus voltar à Terra, na chamada ‘Ressurreição dos Justos’, ou, então, aqueles que forem condenados terão uma nova chance de ressurreição no ‘Julgamento Final’. Os que morrerem sem Cristo como seu Deus também receberão um corpo especial para passar a eternidade no lago de fogo e enxofre.

Igreja Adventista do Sétimo Dia
Na Igreja Adventista do Sétimo Dia, os mortos dormem profundamente até o momento da ressurreição. Quem cumpriu seu papel na Terra recebe a graça da vida eterna, do contrário desaparece.

Igreja Batista
Crêem na morte física (separação da alma do corpo físico) e na morte espiritual (separação da pessoa de Deus). Os que, após a morte física, acreditam ou passam a confiar em Jesus Cristo, vão para o Paraíso onde terão uma vida de paz e felicidade. Com a morte espiritual, a alma vai para o Inferno para uma vida de angústia, sofrimento, dor e tormentos.

Catolicismo
A vida depois da morte está inserida na crença de um Céu, de um Inferno e de um Purgatório. Dependendo de seus atos, a alma se dirige para cada um desses lugares.
A alma é eterna e única. Não retorna em outros corpos e muito menos em animais. Crê na imortalidade e na ressurreição e não na reencarnação da alma. A Bíblia ensina que morreremos só uma vez. E ao morrer, o homem católico é julgado pelos seus atos em vida. Se ele obtiver o perdão, alcançará o céu, onde a pessoa viverá em comunhão e participação com todos os outros seres humanos e, também, com Deus. Se for condenado, vai para o inferno. Algumas almas ganham uma chance para serem purificadas e vão para o purgatório, que não é um lugar, e sim uma experiência existencial da pessoa. Quem for para o céu ressuscitará para viver eternamente. Depois do Juízo Final, justos e pecadores serão separados para a eternidade. Deus julga os atos de cada pessoa em vida de acordo com a palavra que revelou através de Seu Filho, com os ideais de amor, fraternidade, justiça, paz, solidariedade e verdade.

Judaísmo
O judaísmo crê na sobrevivência da alma, mas não oferece um retrato claro da vida após a morte, e nem mesmo se existe de fato.
O judaísmo é uma religião que permite múltiplas interpretações. Algumas correntes acreditam na reencarnação, outras na ressurreição dos mortos. Enquanto a reencarnação representa o retorno da alma para um novo corpo, a ressurreição é definida como o retorno da alma ao corpo original.
Para os judeus, a lei permite à pessoa que vai morrer pôr a sua casa em ordem, abençoar a família, enviar mensagem aos que lhe parecem importantes e fazer as pazes com Deus. A confissão in extremis é considerada importante elemento na transição para o outro mundo.

Candomblé
Não existe uma concepção de céu ou inferno, nem de punição eterna. As almas que estão na terra devem apenas cumprir o seu destino, caso contrário vagarão entre céu e terra até se realizar plenamente como um ser consciente e eterno.
Os cultos afro-brasileiros acreditam que os mistérios da vida e da morte são regidos por uma Lei Maior, uma força divina que dá o equilíbrio divino ou eterno. O Candomblé vê o poder de Deus em todas as coisas e, principalmente, na natureza. Morrer é passar para outra dimensão e permanecer junto com os outros espíritos, orixás e guias. Trabalha com a força da natureza existente entre terra (Aìyê) e o céu (Òrun). Nos cultos afros, o assunto de vida após a morte não é bem definido.
Na Terra, o objetivo do homem é realizar o seu destino de maneira completa e satisfatória. Ao cumprir o seu destino na Terra, o ser humano está pronto para a morte. Após a morte, o espírito será encaminhado ao Òrun, para uma dimensão reservada aos seres ancestrais, ou seja, eternos. O ser humano pode ser divinizado e cultuado. Caso o seu destino não seja cumprido, os espíritos ficarão vagando entre os espaços do céu e da terra, onde podem influenciar negativamente os mortais. Como não se realizaram plenamente, estes espíritos estão sujeitos à reencarnação. Já as pessoas vivas que sofrem as suas influências negativas, precisam passar por rituais de limpeza espiritual para reencontrar o equilíbrio.

Umbanda
A Umbanda sofre influências de crenças cristãs, espíritas e de cultos afros e orientais. Como não existe uma unidade ou um ‘livro sagrado’, alguns umbandistas admitem o céu e o inferno dos cristãos, enquanto outros falam apenas em reencarnação e Carma.
Na Umbanda, morte e nascimento são momentos sagrados, que marcam a passagem de um estado a outro de manifestação espiritual, morremos para um lado e nascemos para outro lado da vida, o que nos aguarda do outro lado depende de nós mesmos.
A Umbanda explica o universo através de sete linhas, regidas por Orixás. Ao morrer, a pessoa será atraída por estes mundos espirituais. A matéria é apenas um dos caminhos para a evolução do espírito. Sendo assim, a morte é uma etapa do ciclo evolutivo, sendo a reencarnação a base da evolução. O objetivo maior do nascimento e da morte é a harmonização e a evolução consciente do espírito. Após morte, o ser humano leva consigo suas alegrias, sua fé, suas crenças, suas mágoas e suas dores. E terá que lidar com elas, sempre contanto com o auxílio dos espíritos mais evoluídos que o recepcionarão no outro lado da vida e o ajudarão na sua adaptação no mundo espiritual.
Com a morte do corpo físico, os espíritos bons podem se tornar protetores, enquanto os maus (espíritos de pouca evolução, devido às poucas encarnações) podem virar perturbadores. Os mortos (desencarnados) podem ser contatados, ajudados ou afastados.
fonte

domingo, 16 de outubro de 2011

Dividir amigos com a namorada deixa o homem impotente


Amigos comprometidos, fiquem espertos. Um estudo quentinho das universidades de Chicago e Cornell (ambas nos EUA), publicado no último dia 8, mostra um link interessante e preocupante entre o círculo social de um casal e… Problemas de ereção.




De acordo com os especialistas, ter amigos em comum com a cara metade só é uma boa ideia até certo ponto: quando a mulher fica íntima demais dos companheiros do parceiro, ele tem 92% (é!) mais chances de murchar na cama.
“Homens que vivem ‘partner betweenness’ [expressão que os pesquisadores usam para chamar essa relação de proximidade entre a moça e os amigos do cara] têm mais dificuldade para conseguir e manter uma ereção, e também de chegar ao orgasmo“, explicam.
A gente deixa você mandar o link desse post para a patroa na próxima vez em que quiser sair soltinho por aí.

Lágrima feminina reduz excitação nos homens

Resultados são os primeiros a sugerir que as lágrimas fornecem um sinal químico a outros seres humanos

As lágrimas de tristeza vertidas pelas mulheres contêm uma substância química que reduzem o apetite sexual do homem, segundo uma pesquisa do Instituto Weizmann, de Israel. De acordo com o estudo, o odor emitido pelas lágrimas humanas podem influenciar o comportamento das pessoas ao redor.

Em um experimento, o cientista Noam Sobel pediu a um grupo de homens para cheiar as lágrimas de mulheres antes de preencher um questionário de humor. "Para nossa surpresa, não encontramos mudança na área de humor positivo ou negativo, mas houve uma diminuição da excitação sexual", explica Sobel.
Para investigar o assunto, a equipe de Sobel recolheu lágrimas derramadas por duas mulheres que assistiram a filmes tristes. Um grupo de 24 voluntários do sexo masculino foi incapaz de sentir a diferença de cheiro entre as lágrimas e uma solução salina apresentada pelos cientistas.
Para verificar se as lágrimas reduziam a excitação masculina, os voluntários tiveram que classificar a atração sexual em relação a uma série de fotografias de mulheres, uma vez com um algodão com as lágrimas sobre o nariz e outra com a solução salina. A equipe de Sobel descobriu que a classificação de atração sexual foi menor quando os homens sentiam o cheiro das lágrimas reais.
Os resultados são os primeiros a sugerir que as lágrimas fornecem um sinal químico a outros seres humanos. Sobel defende que as lágrimas podem ser úteis na redução da excitação em algumas situações. "Nós sabemos que as mulheres tendem a chorar mais durante a menstruação, quando não é um momento eficaz para engravidar", disse.
A equipe de Sobel ainda não conseguiu identificar o processo químico exato para reprodução do efeito, mas os resultados podem reacender o debate sobre a existência dos feromônios humanos, hormônios que aumentariam ou diminuiriam a atração sexual das pessoas.
fonte

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Dá para dizer se o cara é gay ou não com uma sílaba?


Duas notas, maestro!
Parece que dá sim. Cuidado aí, pessoal do armário. Você não precisa sair por aí gritando “eu sou gay” – uma sílaba pode ser o suficiente para acabar com o segredo.


O pesquisador norte-americano Eric Tracy, da Universidade de Ohio (EUA), gravou as vozes de 36 homens (alguns hétero, outros homossexuais) pronunciando palavras como “mass” (massa) e “food” (comida) – todas propositalmente monossilábicas, para que o julgamento alheio que viria em seguida fosse bem imediato mesmo. Então, colocou voluntários para ouvir às gravações, com a missão de identificar a orientação sexual dos donos das vozes.
Primeiro, eles ouviram as palavras inteiras. Em uma escala que ia de 1 (totalmente hétero) a 7 (muito gay), os voluntários deram às vozes dos homossexuais uma “pontuação” média de 4,42, versus 3,45 às dos heterossexuais.
Ok, identificaram bem, até. E se eles ouvissem só uma sílaba, em vez da palavra inteira? Será que a capacidade de identificar quem era gay ou não diminuiria? Nada disso: mesmo quando os voluntários ouviram o som de apenas as primeiras duas letras (“ma”, no lugar de “mass”, por exemplo), a precisão do julgamento foi de 75%.
De acordo com o estudo, essa facilidade toda é culpa das vogais. A pronúncia dos gays, no caso, tende a ser mais “forte” e “larga”.

Mau humor faz bem para o cérebro


Quem não acorda achando a vida uma droga e as pessoas todas muito chatas de vez em quando, né? Mas se preocupe não — de acordo com pesquisadores australianos, até essa negatividade toda tem seu lado bom: faz a gente raciocionar melhor.
Em comparação aos tipos irritantes alegrinhos, os mal humorados são mais atentos, menos influenciáveis e especialmente cuidadosos na hora de tomar decisões.
É o que aponta um estudo feito na Universidade de New South Wales (Austrália), que colocou voluntários para assistir a filminhos especialmente escolhidos para deixá-los de bom ou mau humor, e depois observou como eles se saíam em uma série de testes de raciocínio lógico.
Segundo o líder da pesquisa, Joe Forgas, os ranzinzas cometeram menos erros e se comunicaram melhor — especialmente quando escreviam. Tudo indica que o mau humor potencializa as estratégias de processamento de informações do cérebro. Ponto pra ele.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Homofóbicos têm desejo sexual pelo mesmo sexo? Cientistas dizem que sim


É ciência. No caso, a constatação de um estudo lá da Universidade de Georgia, nos EUA. Tudo bem, a pesquisa é de 15 anos atrás, mas, em vista de toda a discussão que tem rolado a respeito do casamento gay, da criminalização da homofobia e por aí vai, comentá-la ainda é relevante. “A homofobia está aparentemente associada à excitação homossexual“, apontam os pesquisadores, “que o indivíduo homofóbico desconhece ou nega“.


Antes de tudo, os especialistas perguntaram a homens heterossexuais o quão confortáveis eles se sentiam ao redor de homens gays. Com base nesses resultados, dividiram os voluntários em dois grupos: os que exibiam sinais de homofobia (com 35 participantes) e os definitivamente não-homofóbicos (neste, eram 29, no total). Aí começou o teste.
Todos os homens foram colocados em salinhas privativas para assistir a vídeos “quentes”, de quatro minutos cada: um mostrava cenas de sexo entre um homem e uma mulher; outro, entre duas mulheres; e o último, entre dois homens. Enquanto a sessão se desenrolava, um aparelho, ligado ao pênis de cada participante, media o nível de excitação sexual de cada um. A engenhoca, segundo os cientistas, era capaz de identificar a excitação sexual sem confundi-la com outros tipos de excitação (como nervosismo ou medo).
Eis os resultados: enquanto assistiam aos vídeos de sexo heterossexual ou lésbico, tanto o grupo homofóbico quanto o não-homofóbico tiveram “aumento da circunferência do pênis”. Em outras palavras, gostaram do que viram. Mas durante o filminho gay “apenas o grupo homofóbico exibiu sinais de excitação sexual“, afirma o estudo. Pois é, eles até disseram que preferiam manter distância dos gays. Mas, opa, seus pênis contaram outra história.

Coisa de velho

O Fernando metendo a boca, e falando que só quem tem direito de reclamar são os velhos!
Fantastico!

Sadomasoquismo faz bem para o relacionamento


Um tapinha pode até doer, mas, no fim das contas, faz bem. É o que apontam dois estudos, de universidades dos EUA, que acompanharam 58 casais a festinhas de S&M e mediram as reações hormonais de cada um às brincadeiras que rolavam por lá.

Os pesquisadores observaram que, no geral, os níveis de cortisol (hormônio relacionado ao estresse) de quem estava sendo dominado iam lá em cima no início das atividades, mas caíam conforme os estímulos progrediam – e, aparentemente, batia o prazer.
E, questionados depois de tudo, os casais que avaliaram a experiência S&M como positiva disseram que saíram da festinha pesada sentindo-se mais próximos do que antes. Óun. Choque: mesmo entre os casais que não curtiram o que tinha rolado, parte deles avaliou que, mesmo assim, foram embora mais unidos. E aí, vai experimentar?

Esbanjar dinheiro deixa os homens mais atraentes


Olha aí a confirmação do que muita gente já sabia: pavões homens que saem por aí mostrando que são cheios da grana — comprando garrafas da bebida mais cara no bar ou chegando lá em uma Ferrari conversível (vai saber), por exemplo — fazem mais sucesso com as mulheres. 


Mas isso não significa que eles têm mais chances de serem felizes para sempre. Pesquisadores da Universidade do Texas (EUA), que observaram o comportamento de cerca de mil voluntários, constataram que, embora as moças sintam-se claramente mais atraídas pelos homens que esbanjam dinheiro, elas os veem como superficiais e interessados em relacionamentos rápidos, sem compromisso. O que, convenhamos, é o cenário perfeito para muitos marmanjos.

Fofocar faz bem pra você

Sim, falar da vida alheia faz bem — muito mais quando nossos comentários são positivos, mas até um pouquinho de veneno tem seus benefícios.




A constatação veio de pesquisadores da Universidade de Staffordshire, que conduziram dois estudos sobre o assunto. No primeiro, 140 voluntários foram orientados a falar bem ou mal sobre uma pessoa fictícia; no segundo, outros 160 participantes responderam a questionários contando com que frequência fazia fofoca, como andavam suas autoestimas e como se sentiam em relação a seus conhecidos.
Os resultados: depois de comentar a vida alheia sem maldade, as emoções positivas dos voluntários subiam 3%, as emoções negativas diminuíam 6% e a autoestima crescia 5%. Não são grandes números, mas é a primeira vez que algo benéfico é atribuído à arte da fofoca — as pessoas se sentem mais felizes ao falar bem sobre as outras.
“Mas pô, fofoca quase sempre é venenosa!”. A gente sabe disso e, olha só, até esse tipo tem seus benefícios: seja doce ou cruel, a fofoca deixa as pessoas se sentindo mais próximas umas das outras, aumentando a sensação de “suporte social”, diz a pesquisa. Detonar os outros não vai nos fazer sentir melhor sobre nós mesmos, como a “fofoca boa” faz — mas certamente nos deixa sentindo menos sozinhos.
fonte

domingo, 4 de setembro de 2011

11 Perguntas que os Cientistas não sabem responder

Nem todos os questionamentos que temos, os cientistas podem nos responder com exatidão. Vejamos 11 deles...

1. Como surgiu o Universo?
Como poderíamos responder à essa pergunta? Se concordarmos com os cientistas, diríamos que o cosmo foi criado a partir de uma grande explosão, que deu origem a tudo. É isso que diz a teoria do Big Bang. Apesar de ser a mais aceita pela ciência, o Big Bang nunca foi comprovado e talvez nunca seja. E, o conceito-base de praticamente todas as religiões acreditam que o mundo foi criado por uma entidade suprema. Mas, o que existia antes do Big Bang? Na opinião do astrofísico Marcelo Gleiser, autor do livro "A Dança do Universo", antes do Big Bang não havia nada.

"Não existia um antes. Esse tipo de pergunta nasce do preconceito comum de querer encontrar um evento anterior a tudo. O tempo simplesmente não existia. Ele surgiu com a criação", diz Gleiser. "A verdade é que, no que se refere à descrição dos fenômenos do início do Universo, ainda não há uma teoria que possa ser dada como certa e definitiva", afirma José Ademir Sales de Lima, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo.

2. Quando começa a vida?
A polêmica sobre essa pergunta é tão intensa que até hoje a ciência não conseguiu chegar a uma única resposta. São diversas as teses a respeito do exato momento em que se inicia a vida humana. Duarante a Idade Média, imperava a teoria de que ela só começava no instante do nascimento. Hoje essa idéia e totalmente descartada. As mais aceitas (e discutidas) pela comunidade científica afirmam que a vida começa:
* Com a fecundação;
* Com o início da atividade cardíaca;
* Com a formação do sistema nervoso central;
* Com início da atividade cerebral;
* Com a nidação (ou implantação) - o momento em que o embrião se firma na parede do útero;
* Com o surgimento do feto, ou seja, a partir da 9ª semana de gestação.

3. Quanto usamos do nosso cérebro?
Será que podemos alcançar 100% do potencial de nosso cérebro? Durante um bom tempo acreditava-se que usávamos apenas 10% da capacidade cerebral. O fato é que, até hoje, a ciência não sabe precisamente quanto utilizamos de nosso potencial cerebral. "Embora existam especulações sobre o assunto, já sabemos, graças ao estudo de imagens funcionais do órgão, que nos valemos de todas as suas áreas, de maneiras diferentes. Mas o percentual que utilizamos ainda é uma incógnita", afirma a neurocientista Suzana Herculano-Houzel.

4. A alma existe?
Em 1907, o médico americano Duncan MacDougall dedicou-se a comprovar a existência da alma. Com base em experimentos, ele chegou a afirmar que a alma não apenas existe como também tem peso específico. Sua teoria diz que todo ser humano, não importa o tamanho ou a idade, perde exatamente 21 gramas no momento exato da morte. Para MacDougall, seria esse, portanto, o peso da alma. Pessoas que passam por Experiências de Quase Morte (EQM), tem a sua alma projetada para fora do corpo, quando vive um trauma de quase morte. Algumas pessoas chamam de alma, outras de consciência. Independente da nomenclatura, trata-se de algo inexplicável e que gera embates. "Não temos uma definição precisa do que vem a ser a alma. Mas pelas pesquisas realizadas, entendemos que ela não é o cérebro nem um tipo de energia conhecida pela física, o que torna sua busca um desafio maior para a ciência", afirma Marcelo Silva, coordenador do Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia.

5. Animais pensam?
A informação é contundente: o cérebro dos golfinhos tem maior concentração de neurônios do que o nosso. Para que tudo isso e como esses cetáceos utilizam todo esse potencial ainda é um mistério. Mas já é sabido que eles estão entre os animais mais inteligentes da Terra: são capazes de se reconhecerem, lembram de fatos do passado, têm linguagem muito similar a nossa (com palavras, gestos e movimentos) e até ajudam humanos em perigo. Uma história interessante: é comum nas regiões habitadas por golfinhos, grupos de machos seguirem os barcos. Durante muito tempo, prevaleceu a idéia de que era um tipo de brincadeira. Ledo engano. "Os macho fazem isso para afastar o barcos das fêmeas e filhotes. Já que as embarcações invariavelmente seguem os golfinhos, é uma excelente estratégia", diz o oceanógrafo José Martins da Silva Júnior.

6. É possível viajar no tempo?
"Nunca pense no futuro. Ele chega rápido demais." Quando disse a frase, o físico alemão Albert Einstein provavelmente não fazia uma alusão à possibilidade de viajar no tempo. No entanto, todas as hipóteses formuladas atualmente sobre o tema sustentam-se na Teoria da Relatividade, formulada por ele em 1905. Segundo tal teoria, o tempo passa mais devagar à medida que um objeto se aproxima da velocidade da luz (cerca de 300 mil km/s). "Isso significa que, se passarmos um ano viajando pelo espaço a uma velocidade muito próxima à da luz, quando voltarmos à Terra terão se passado 100 anos aqui", diz o astrofísico Richard Gott, da Universidade de Princeton, nos EUA. "A viagem para o passado não existe. A idéia viola o princípio da casualidade, que entende que toda série de eventos depende de uma ordem de causa e consequência", diz o astrofísico Marcelo Gleiser.

7. Existe premonição?
Quando o analista de sistemas Rodolfo Rossi, 24 anos, partiu de São Paulo para Santa Catarina, num ônibus de excursão, sua mãe (a dona de casa Divina Andrade, 54 anos) sentiu um aperto no coração, uma sensação pesada, como se algo de ruim estivesse para acontecer ao filho. Para o psicoterapeuta Ascânio Jatobá, Divina estava tendo uma premonição. Os cientistas, obviamente, não acreditam em avisos vindos do além ou coisa do gênero e explicam o sentimento da mãe de Rodolfo de uma forma mais racional. "Nosso cérebro tenta ver o futuro o tempo todo. Em situações de conflito e stress, calculamos as probabilidades de algo ruim acontecer", diz a neorocientista Suzana Herculano-Houzel. No caso da dona de casa Divina, sua intuição funcionou. Durante a viagem do filho, houve uma ação da polícia contra brigas localizadas e o rapaz, mesmo sem estar envolvido na confusão, acabou sendo ferido por uma bala de borracha. "Creio que tive uma premonição", diz a mãe.

8. O que define nossa sexualidade?
"Nasci Gay", afirma o estilista Isaac Ludovic, 22 anos. Ele se lembra de sua infância em Barreiras, interior da Bahia, e diz que já naquela fase era convicto de que pertencia ao universo feminino. "Minha diversão era me vestir de menina e brincar com bonecas." Já o namorado de Isaac, que prefere não se identificar, a história foi diferente. Já haviam passado a infância e a adolescência quando ele descobriu que era homossexual. De acordo com a neurocientista Suzana Herculano-Houzel, "o interesse sexual é definido biologicamente no início da gestação e não há nada que se possa fazer." Mas e o caso do namorado de Isaac que até os 22 anos pensava ser heterossexual? Para o psicólogo Oswaldo Rodrigues Júnior, do Instituto Paulista de Sexualidade, o indivíduo não nasce com a sexualidade definida e pode mudar de orientação.

9. A fé pode curar?
Existe milagres? Uma pessoa pode ser curada simplesmente pela força de sua fé? É muito provável que essas perguntas nunca sejam respondidas. Pelo menos, não de uma forma que agrade a religiosos e cientistas. Mas uma coisa já é consenso entre estudiosos: a fé pode, sim, auxiliar na recupeção de um doente. Estudos comprovam que a devoção ativa partes do cérebro que causam bem-estar, dão mais esperança e positivismo ao paciente e deixam o enfermo relaxado (fatores que auxiliam na recuperação). "Quando a mente se envolve no processo de cura por meio da fé, ela ativa mecanismos que influenciam o corpo, auxiliando. Mas isso não quer dizer que a fé possa curar alguém", afirma o neurocientista Alfredo Pereira Júnior.

10. Por que nos apaixonamos?
Aparência física, instinto de preservação da espécie, hormônios à flor da pele ou uma flechada aleatória do cupido. As hipóteses são muitas, mas a pergunta acima persiste. É um mistério que há muito tempo os cientistas tentam explicar, no entanto, não há uma resposta definitiva. Tudo indica que a paixão não tem um motivo isolado, mas, sim, um conjunto de razões. De acordo com pesquisas, o ser humano define uma cara-metade. E, quanto maior a semelhança com o alvo desejado, mais chance de rolar uma paixão.






11. Quando e como o mundo vai acabar?
Estamos a cinco minutos do apocalipse. Pelo menos é o que diz o Relógio do Fim do Mundo uma criação do Bulletin of the Atomic Scientists, grupo de cientistas que avalia a proximidade de uma catástrofe global. Independente da ação do homem, fato incontestável, sabemos que a extinção do planeta é um acontecimento inevitável e, muito provavelmente, o responsável por isso será o Sol, cuja energia permite a vida na Terra. Em cerca de 5 bilhões de anos o Sol se tornará uma estrela gigante, vermelha, que se expandirá e destruirá os planetas que encontrar pelo caminho (inclusive o nosso). "Portanto, se até lá o homem não destruir a Terra, o apocalipse ocorrerá de qualquer maneira", diz José Ademir Sales de Lima, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (USP). Claro que tudo pode acabar com a colisão de um asteróide com a Terra ou (por que não?) uma invasão extraterrestre. Teorias não faltam.
fonte

O que o comprimento dos dedos diz sobre o homem

Depois de ler esse post, ele ficou inseguro e foi para a terapia
Quanto mais longo é o dedo anelar (o que fica entre o mindinho e o do meio) do homem em comparação ao resto de sua mão – especialmente em relação ao indicador –, maior a chance de ele ser um cara que vai atrás do que quer, que arrisca mais, que trabalha duro e que, determinado a vencer, não aceita “não” como resposta. Consequentemente, ele tende a ganhar um bocado de dinheiro e a ter mais sucesso nos relacionamentos do que os outros.

 Já os homens cujo dedo mais comprido é o indicador tendem a ser do tipo “pé no chão”, mais tranquilos, sossegados, na deles. Por isso, acabam tirando menos proveito das oportunidades e sendo mais “modestos” quando é hora de se dar bem. O grande risco que eles topam correr, se não for exagero dizer, é o de virarem tediosos.
Quem diz são
pesquisadores da Universidade de Concordia, no Canadá.
Eles mediram os dedos e analisaram os traços de personalidade de 413 voluntários, homens e mulheres. E descobriram que os níveis de testosterona presentes no corpo (definidos, em grande parte, ainda no útero materno) afetam o comprimento dos dedos em ambos os sexos.
No caso, os caras do primeiro grupo, do anelar comprido, apresentam mais testosterona, o que os torna, de acordo com o estudo, “homens-alfa”. Mas é só nos homens que isso afeta diretamente o comportamento. Mulheres, a gente sabe que vocês também queriam olhar para as próprias mãos e ficar analisando seus dedos depois de ler esse post, mas a verdade é que, segundo os cientistas, vocês podem ter dedos de qualquer tamanho – não faz diferença.
fonte